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Viagem internacional na pandemia: como funciona o dano moral e material?

Cada país tem suas exigências para que passageiros passem ou permaneçam em seu território e durante a pandemia surgiram novos requisitos para buscar a preservação dos residentes naquele país.

Há algumas exigências, como realizar exames de detecção da covid-19 quando chega ao destino ou permanecer de quarentena em um hotel específico que seja destinado para viajantes.

Esses custos podem, muitas vezes, ser bem consideráveis ao observar que os pagamentos para satisfazer essas exigências são realizados em outra moeda.

No Reino Unido houve a necessidade de permanecer em um hotel específico por pelo menos 10 dias para cada viajante que chegasse ao seu território e isso não foi um serviço oferecido por aquele país. Assim, como se pode ser na reportagem abaixo, houve quem chegou a pagar R$ 13.000,00 para fazer essa quarentena obrigatória.

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É compreensível a indignação do passageiro que viaja e se depara com isso, perdendo dinheiro e tempo em estadias e exames obrigatórios, enquanto deixa de realizar seu turismo ou a finalidade daquela viagem.

Mas essa situação não é suficiente para gerar dano moral porque é uma questão de saúde pública e cada país pode proceder da melhor forma para evitar a transmissão de doenças.

O recomendável é verificar quais os requisitos que cada país está exigindo durante a pandemia e se programar para os gastos exigidos com quarentena e exames obrigatórios.

Mas isso não significa que não podem acontecer danos morais e materiais. Mesmo nesse período é possível processar as empresas aéreas se tiver motivo para isso.

Assista ao vídeo e entenda melhor: Clique aqui


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